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A alienação da população brasileira
       Por José Magno Macedo Brasil

O Brasil é considerado um país emergente, temos despontado no cenário mundial como potencia econômica, somos grandes exportadores devido nossa qualidade na industrialização que vem se apresentando como uma das maiores forças econômicas nesse século, conquistas e avanços que demonstram capacidade de ocupar espaços no mundo globalizado, isso vem também refletindo politicamente, hoje temos influencia no contesto político-social ocupando lugar importante em decisões estratégicas para a humanidade, é a nação que mostra todo o seu potencial nos enchendo de esperança para um futuro melhor e fortalecendo nossa auto estima.

Esse é contesto no cenário econômico, e socialmente como estamos? É preocupante o que temos presenciado em nível de conscientização social, a população brasileira não consegue quebrar as barreiras que nos impuseram em décadas de ditadura militar, estagnamos quando falamos em cidadania e direitos, talvez porque perdemos nossa identidade e consequentimente a confiança em nos, aceitamos o que acontece em nossa realidade como se tudo estivesse normal. Presenciamos uma avalanche de problemas de toda ordem, seja no âmbito social com a falta de investimento e planejamento social pelo estado, com a consequente ausência de políticas publicas que transformam nosso pais em um grande campo de batalhas fazendo surgir a violência desenfreada, o crime organizado, a proliferação das drogas no consumo, trafico e prostituição. Esse processo acaba desencadeando outros conseqüências sociais, como a falta de educação de qualidade gerando ausência de oportunidades com desigualdade de renda alimentando todo o processo que falamos até agora. Uma relação de causa e efeito que altera toda a estrutura social e qualidade de vida.

E qual é a nossa postura e relação a este contesto? De passividade, aceitamos de maneira submissa o que nos é imposto por pessoas despreparadas que dirigem nossa realidade, se está bem para mim ta tudo bem, pros outros tanto faz, fica claro que não temos preparo para cobrar e impor nossa vez, temos que questionar, cadê os impostos que pagamos? Cadê a melhoria nas questões básicas como saúde, educação e segurança? Ficamos sempre sem respostas e acomodados sem iniciativa para mudar.

Esse comportamento nos torna mais e mais alienados com nossa realidade, seqüelas de décadas de opressão sem exercitar nossa auto-critica.

Herdamos essa postura, cabe a nós atitudes em nosso cotidiano que nos ensine a escolher nossos governantes, seja na esfera do executivo ou legislativo é preciso conscientizar que é através das nossas decisões que vamos acabar com privilégios e oportunismos. É através da nossa mudança de postura que iremos aprender o que é direito nosso e enquanto cidadãos, porque deveres já temos de mais, avançar em conscientização nos tornando mais politizados enquanto cidadãos para construirmos uma nação forte não economicamente mais socialmente também. Acordarmos deixando a alienação que nos empobrece e percebemos que nossa mudança de atitude ira colocar nossas necessidades como prioridade, nos tornando agentes responsáveis pelas nossas conquistas e consequente qualidade de vida, temos que despertar, pois só haverá um futuro melhor se atuarmos construtivamente no presente.

Termino refletindo que o que nos preocupa ainda é a falta de referencia em relação aos nossos valores éticos, vivemos uma crise constante em nossa sociedade, temos que fortalecer instituições como família e religião para que esses valores sejam promovidos (justiça, igualdade, solidariedade, companheirismo, fraternidade e outros) para que com isso despertemos nossa lucidez e consciência social.

José Magno Macedo Brasil,
Psicólogo com Especialização em Abordagem em Psicanálise

 
   
"Direito Penal é instrumento de proteção de direitos humanos"
    
   
Carta Capital
    
   
    
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