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Editorial
Daud
07/03/2019
Brasil deve tirar pouca vantagem da crise na pecuária australiana

Um evento climático catastrófico atingiu em cheio a pecuária da Austrália, o terceiro maior exportador de carne bovina do mundo. Inundações recorrentes mataram cerca de meio milhão de animais, o que representa uma perda em mais de 5% no total de abates segundo dados do Escritório Australiano de Estatísticas, órgão governamental.
 
Diante deste evento extraordinário, temos que avaliar as ações tomadas pelo governo brasileiro para tentar vencer algumas barreiras comerciais e, quem sabe conseguir abrir alguns mercados mais exigentes. Ao meu ver, meus amigos, este evento não será tão relevante para os pecuaristas brasileiros por alguns motivos. Vejamos:
 
A Austrália perdeu cerca de 500 mil cabeças de gado, de um rebanho de aproximadamente 30 milhões de cabeças. Desses animais, o aproveitamento em carnes é de cerca de 38%, dando um total de 11,5 milhões de toneladas.
 
Não adianta o produtor brasileiro se animar com isso, porque não se exporta o rebanho e sem a carne. O único ponto que pode prejudicar o mercado australiano é a exportação de gado vivo, mas essa demanda será preenchida rapidamente pela Índia, que está mais próxima geograficamente.
 
O Ministério da Agricultura não vende absolutamente nada. Quem tem que negociar acordos bilaterais é o Itamaraty, que precisa colocar o Brasil no peso do comércio internacional.
 
Para se ter uma ideia, o ex-ministro Blairo Maggi viajou o mundo inteiro e não temos acordos relevante que aumentaram o número de exportações do Brasil. Nesta hora, é preciso analisar as notícias friamente e acho que o setor brasileiro precisa, neste momento, tomar tomar conta do custo, que é igual a unha, que precisa estar sempre cortando.
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