www.horadanoticia.com.br
Aqui você lê o que acontece de fato
 
    Hora da Notícia (67) 9924-2726    Busca

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

   Primeira Página
   Notícias
      › Brasil
      › Alcinópolis
      › Camapuã
      › Chapadão do Sul
      › Costa Rica
      › Figueirão
      › Paraíso das Águas
   Guia de Negócios
   Agenda de Eventos
   Colunistas
   Galeria de Fotos
   Aniversariantes
   Notas Breves
   Charges
   Entrevistas
   Quem Somos
   Expediente
   Anuncie Aqui!
   Fale Conosco
  Informativo
  Cotações
Notas Breves
30/08/2011 - 18:15
Não é ético navegar em “dois barcos”

                               Já foi dito, e muito bem dito por Bertold Brecht, pensador renomado, e que qualifica o analfabeto político como o pior de todos os analfabetos. E o pior dos políticos, a qual categoria ele pertence? Você logo diz: o corrupto! E esse é um dos piores mesmo. Mais, além do corrupto, existe aquele oportunista; nunca tem posição definida; sempre fica do lado do poder, e sempre absorvendo para si mesmo as benesses que o poder oferece. Essa categoria está bem perto da corrupção, além do oportunismo, falta-lhe também ética nas suas atitudes, que são sempre sombrias, onde seu interesse sobrepõe o interesse coletivo e do bem estar da população.

Alguns maus políticos, digamos muitos maus políticos, e uma pequena minoria de bons políticos, é assim que é formado o ciclo dessa categoria, que tem a responsabilidade de fazer o bem; de representar toda uma coletividade, e que deixa muito a desejar, devido o assédio intra-molecular que inunda suas vísceras, já corrompidas pelo desejo de se dar bem em tudo. Essa definição é bem justa à aquele que quer colocar os pés em dois barcos ao mesmo tempo. A Biblia diz: “Não é possível servir a dois Senhores”, ou seja, o político ou aquele que se acha que é político, pois talvez a política tornou-se um meio tão manifesto de coisas ruins devido a isso – todos acham que sabem fazer política. No Brasil está assim, quando a pessoa não encontra nada para fazer, ou não tem habilidade pra nada, entra na política. Além que tem aqueles que não fazem nada na vida, fica por ai o dia todo bisbilhotando a vida dos outros, os verdadeiros intrometidos, e aí lhe perguntam: o que você faz, qual sua atividade? Faço política, vou ser candidato (a) ...

E aí valeria a pena você continuar o diálogo, e lhe dizer, que bom! Mais vou lhe fazer umas perguntas, e indaga a ele ou ela: Você conhece o nosso regime político, e saberia me dizer qual a tendência ideológica do seu partido? Olha, você começou a criar problemas para “esse oportunista”, que terá muita dificuldade em responder. Mas, não se assuste. Você pode estar de frente para um ou uma “astuta”, aí ele tem resposta para tudo, pois estudou tudo, não para o bem de todos, mais para o seu próprio bem – o bolso.

Por José Edson
Jornalista DRT 038/MS


 
   
A rebelião dos juízes
    
   
O Estado de São Paulo
    
   
    
Publicidade
Hora da Noticia   |   (67) 9924-2726   |   [email protected]   |   Costa Rica - MS