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Notas Breves
15/09/2011 - 11:39
Assediar tem vários derivados e pode ser muito perigoso

No Brasil o assédio está assim definido na lei número 10,224, de 15 de maio de 2001: "Constranger alguém com intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente de sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função.” Pena: detenção de 1 a 2 anos.
Pode-se dizer que há certa relação do abuso de poder com a prática de assédio sexual.

O abuso de poder consiste no ato ou efeito de impor a vontade de um sobre a de outro, tendo por base o exercício do poder, sem considerar as leis vigentes (importa esclarecer que a noção de abuso de poder carece sempre de normas preestabelecidas para que seja possível a sua definição.

Desta maneira é evidente que a palavra "abuso" já se encontra determinada por uma forma mais subtil de poder, o poder de definir a própria definição. Assim que o abuso só é possível quando as relações de “Poder” assim o determinam.

Começam a surgir desabafos no meio político de Costa Rica que pode levar a abrir uma “bolha” que soltará fagulhas ponte agudas e que poderá afetar alguém, ou até mais de um, e aí virão as explicações quanto à possível prática de assédio sexual, e o alvo pode ter sido dezenas de pessoas do sexo feminino.

Um dia desses, andando pela periferia da cidade, uma senhora, já avó, desabafou: “esse aí que vocês estão falando (o fulano), ajudou a destruir muitas famílias, pois distribuía cantadas e mais cantadas.”

A classe política já carrega vários fardos, uns merecidos, pois as atitudes de alguns, envergonha a todos; e, essa de assédio, além de ser uma atitude horrível e mesquinha, pois fazer o uso do cargo para aliciar mulheres, e se caso menor de idade, a coisa pode ficar muito ruim.

O assédio sexual não ocorre somente nas repartições públicas, mas também em empresas, e é praticada por aqueles que se acham poderosos, e que ao conceder uma vaga de emprego, acham que devem ser recompensado com uma saidinha.

O trauma pode ficar para sempre na cabeça da pessoa, levando a ser submetida a tratamento psicológico, sem dizer que auto-estima se espalha pelo chão.

Talvez essa “doença” pode ser curada com tratamento, mais se a “prosa” que ainda ventila em forma de cochicho ao pé de ouvido, vier a ser alardeado, um período na cadeia pode curar em definitivo.

Por José Edson

Jornalista DRT 038/MS

 
   
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