www.horadanoticia.com.br
Aqui você lê o que acontece de fato
 
    Hora da Notícia (67) 9924-2726    Busca
   Primeira Página
   Notícias
      › Brasil
      › Alcinópolis
      › Camapuã
      › Chapadão do Sul
      › Costa Rica
      › Figueirão
      › Paraíso das Águas
   Guia de Negócios
   Agenda de Eventos
   Colunistas
   Galeria de Fotos
   Aniversariantes
   Notas Breves
   Charges
   Entrevistas
   Quem Somos
   Expediente
   Anuncie Aqui!
   Fale Conosco
  Informativo
  Cotações
Notícias
Busca 
Política
16/04/2015 - 21:29
CPI da Enersul/Energisa quer quebra de sigilo bancário para investigação
Foto: Divulgação
Midiamax
Deputado Beto
Deputado Beto
Os membros da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Enersul/Energisa aprovaram e devem encaminhar nesta quinta-feira (16) ofícios pedindo informações sobre a empresa. Entre eles, há o pedido ao Banco Central da quebra de sigilo bancário.
 
Outros ofícios são pedidos de informação a Receita Federal, Procurador-Chefe da República, Assembleia do Tocantins (que conduziu a CPI da Celtins, investigando o Grupo Rede Energia S/A), Junta Comercial de Mato Grosso do Sul e de São Paulo, CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e Aneel, com pedido da auditoria na íntegra, relatório de intervenção, cópia da concessão e contrato de compra e venda da Enersul.
 
A partir do recimento dos requerimentos, os órgãos têm até 15 dias para responder aos ofícios. Segundo o deputado Paulo Correa (PR), os parlamentares passam para a fase de análise dos documentos e, depois, as oitivas.
 
“Semana que vem já está programada uma reunião com a bancada federal e, depois, com a Aneel. Já disseram que vão participar a Simone, Moka, Vander, Dagoberto, Delcídio e Elizeu”, disse o presidente.
 
Caso de polícia
 
Paulo Correa voltou a dizer que um possível rombo na empresa pode ter influenciado nas altas das contas de energia. “Se houve, pode acreditar, nós vamos atrás desse dinheiroSe não houver vamos responsabilizar criminalmente quem eventualmente estiver envolvido com as irregularidades”.
 
Pra Marquinhos Trad (PMDB), a Aneel levou a “toque de caixa” as primeiras denúncias em 2013. “Não tenho dúvida que isso vai acarretar em prisão dos envolvidos. Se era um caso político, vai virar caso de polícia”. 
    
› Deixe sua opinião
Nome  
E-mail  
Mensagem 
 
Digite as duas palavras que você vê abaixo:
 
 
   
Previdência: reforma corta pensão por morte pela metade e prejudica os cônjuges
    
   
Reforma da Previdência:
    
   
    
Publicidade
Hora da Noticia   |   (67) 9924-2726   |   [email protected]   |   Costa Rica - MS