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Política
13/06/2017 - 13:03
José Serra anuncia que PSDB permanecerá no governo Temer
G1
O senador tucano José Serra (SP) anunciou na noite desta segunda-feira (12), durante reunião da comissão executiva do PSDB em Brasília, que o partido permanecerá no governo Michel Temer.
 
Além dos integrantes da Executiva Nacional, também estiveram presentes à reunião os quatro ministros do partido, deputados, senadores, governadores – entre os quais Geraldo Alckmin (SP), Beto Richa (PR), Simão Jatene (PA) e Marconi Perillo (GO) –, prefeitos de capitais – incluindo João Doria (São Paulo) e Arthur Virgílio Neto (Manaus) – e dirigentes regionais.
 
De acordo com o senador tucano, que foi ministro das Relações Exteriores, o partido "não fará nenhum movimento agora no sentido de sair do governo". Segundo ele, a decisão tomada é que os quatro ministros tucanos permanecerão no governo.
 
O PSDB detém o comando dos ministérios de Relações Exteriores, Secretaria de Governo, Cidades e Direitos Humanos e é um dos principais aliados do governo no Congresso.
 
"O Keynes, que foi o maior economista do século passado, tem uma frase que eu uso sempre: 'Quando os fatos mudam, eu mudo de opinião'. Você faz o quê? Se os fatos mudarem, há outras análises", afirmou Serra a jornalistas, que aguardavam o fim da reunião do lado de fora.
 
A relação entre o partido e o governo sofreu um abalo depois que surgiram as acusações feitas de executivos da JBS envolvendo o nome do presidente. Investigado pela Operação Lava Jato, Temer é alvo de inquérito no Supremo
 
Tribunal Federal (STF) corrupção passiva, obstrução à Justiça e organização criminosa. Há ainda a expectativa de que o Ministério Público Federal apresente uma denúncia contra ele nas próximas semanas.
 
Eleições tucanas
 
Segundo Serra e outros tucanos que participaram da reunião, foi debatida a possibilidade de antecipação das eleições internas do partido já para este ano.
 
No fim do ano passado, o senador afastado Aécio Neves foi reconduzido à presidência da legenda. Ele se licenciou da função após as delações dos donos e executivos do grupo JBS.
 
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que era contra a recondução de Aécio, foi um dos tucanos que defenderam a antecipação do pleito interno.
 
“Falou-se em antecipar as eleições e provavelmente será antecipada. Lembramos que o Tasso Jereissati está na presidência interina”, afirmou José Serra.
 
Divisão interna
 
Diante da crise política, o PSDB sofreu uma divisão interna. Há uma ala, especialmente entre os parlamentares mais jovens da legenda, que pressiona pela saída do governo.
 
A discussão sobre eventual desembarque vem sendo ensaiada há várias semanas, mas acabou adiada devido às pressões internas de tucanos contrários. A reunião da cúpula do PSDB, prevista para a semana passada, chegou a ser postergada a fim de se esperar o julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última sexta-feira, no qual a chapa Dilma-Temer foi absolvida das acusações de irregularidades na campanha eleitoral de 2014.
 
Apesar do resultado favorável a Temer, os descontentes com a aliança entendem que o partido não deveria levar isso em conta.
 
Relator da reforma trabalhista no Senado, o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), é um dos que defendiam que o partido entregasse os cargos no Executivo. Para ele, as denúncias contra Temer são “devastadoras” e comprometem o andamento das reformas no Congresso.
 
“Todo tempo do governo será dedicado à sua defesa [...] Os fatos indicam que o partido [PSDB] deve entregar os cargos para que a gente possa lutar pelas reformas”, disse.
 
Estratégia
 
Para Temer, a permanência dos tucanos na base aliada seria importante não só pela sustentação política, mas também porque o PSDB é um dos principais apoiadores do governo na aprovação das reformas enviadas pelo Planalto para o Congresso.
 
Segundo o colunista do G1 e da GloboNews Gerson Camarotti, o presidente licenciado do PSDB, Aécio Neves, afastado do Senado por ordem do Supremo, articulou a permanência da legenda na base governista.
 
Em troca, Aécio está de olho no apoio do PMDB no Conselho de Ética do Senado, a fim de salvar seu mandato em caso de eventual processo por quebra de decoro. Ele foi denunciado ao STF por corrupção passiva e obstrução da Justiça.
 
De acordo com o Blog da Andréia Sadi, interlocutores de Michel Temer também têm sinalizado com o apoio do PMDB à candidatura tucana nas eleições presidenciais de 2018.
Há duas semanas, Temer procurou o governador Geraldo Alckmin para pedir a ele que desmobilizasse a debandada do PSDB de São Paulo.
    
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