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Polícia
13/03/2018 - 06:28
Delegado alvo da Lava-Jato comanda elite da Polícia Civil e mais de 20 unidades
Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo
O Globo
Contra o delegado Marcelo Luiz Santos Martins, um dos principais alvos da Operação "Pão Nosso" que mira a corrupção no sistema penintenciário, os investigadores colheram provas de que o chefe das Especializadas prestou consultorias supostamente fictícias para empresas envolvidas em escândalos financeiros, como a TransExpert (transportadora da propina de Cabral), Grupo Manguinhos (sonegação fiscal), Dirija e Toesa (alvo de investigações sobre desvios no Instituto Nacional de Traumatologia na gestão de Sérgio Côrtes). Para a força-tarefa da Lava-Jato, seriam operações de lavagem de dinheiro do esquema com ramificações na Seap.
 
Como chefe do DGPE, Marcelo Martins comanda a elite da Polícia Civil fluminense, incluindo a Coordenadoria de Recursos Especial (CORE), principal força tática do órgão, a Divisão Anti-Sequestros (DAS), a Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco), a Delegacia de Polícia Fazendária, a Delegacia de Homicídios da capital, a Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis, e outras 21 unidades. A investigação, porém, levantou provas contra o policial num período em que Martins não ocupava esse cargo.
 
O pai do delegado Marcelo Martins, Carlos Mateus Martins, também tem contra ele um mandado de prisão, assim como o empresário Carlos Felipe da Costa Almeida de Paiva Nascimento, dono do Esch Café, tradicional ponto de encontro de admiradores de charutos no Centro do Rio, no Leblon e em São Paulo, no bairro dos Jardins. Aos acusados, estão sendo imputados os crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, fraude em licitação e peculato.
 
Em 2004, Marcelo chegou a ser preso em flagrante depois de disparar tiros para o alto na Avenida Princesa Isabel, em Copacabana, na zona sul do Rio. De acordo com os policiais militares que o levaram para a delegacia na éoca, o delegado teria tido uma crise de ciúmes depois de ter visto uma ex-namorada saindo de uma boate com outro homem.

 

    
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