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Polícia
17/05/2018 - 10:29
Policial civil alvo de operação contra pedofilia foge e é considerado foragido
Foto: Reprodução
Midiamax
Um policial civil alvo da operação contra a pedofilia deflagrada na manhã desta quinta-feira (17) fugiu antes mesmo de equipes do Garras (Grupo Armado de Resgate e Repressão a Assaltos e Sequestros) chegarem a casa dele.
 
Agora, o policial é considerado foragido da polícia e é procurado. Outro policial também é suspeito de envolvimento com pedofilia. A Corregedoria da Polícia Civil atua junto na operação.
 
No Estado são cumpridos 9 mandados, sendo cinco em Campo Grande, com a prisão de três pessoas, e nas cidades de Dourados onde um homem identificado como ‘Tony’ foi preso com material pornográfico em sua residência. Há também mandados sendo cumpridos em Navirai e Glória de Dourados.
Em Campo Grande, dois homens foram presos, sendo um engenheiro de 27 anos encontrado em sua casa no Coophavila e outro de 32 anos preso em sua casa no Bairro Chácara Cachoeira.
 
Primeira fase da operação
Em 2017 durante a primeira fase da operação deflagrada na Capital, um advogado de 64 anos e um vendedor de carros de 27 anos foram presos. Três mandados foram cumpridos na Capital, mas apenas duas prisões foram feitas. A Operação aconteceu em todo o Brasil com o objetivo apreender computadores e dispositivos que continham o armazenamento de imagens e vídeos contendo crianças.
 
São Paulo
Pelo menos 30 pessoas foram presas em flagrante na capital paulista – a maioria, homem – até 9h30 desta quinta. Em todo o Estadão, são 166 mandados de busca e apreensão. Os acusados estão sendo levados desde às 6h para o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), na região central da Capital, na operação contra pedofilia.
 
Entre os presos, há jovens e idosos. Um dos homens mais velhos teria chegado com a cuidadora, e outro era um cadeirante. Computadores, CPUs, pendrives e celulares foram apreendidos e passarão por análise técnica dos peritos. Os flagrantes se deram por armazenamento, distribuição e compartilhamento de imagens e vídeos de pornografia infantil.
 
Segundo a diretora do DHPP, Elizabete Sato, o trabalho de análise dos técnicos está focado em tentar recuperar links e imagens que foram apagados dos aparelhos pelos acusados. Ela afirma que é possível recuperar mídias deletadas. “Os técnicos já observam que se tiver uma pasta ali com os links de pornografia infantil, já é flagrante. Se está obscuro o arquivo, que é o que eles fazem, vivem na obscuridade, não é possível ver no local. Para que o delegado e as nossas equipes saberem se ali existem, apreendem a CPU e fazem o levantamento técnico”, explica a diretora do DHPP.
 
Entre os presos nesta 2ªa fase, há casos de reincidentes: pessoas que foram presas na primeira etapa da operação, no ano passado, pagaram fiança e continuaram acessando sites de pornografia infantil. Na Mooca, na zona leste da capital, um acusado resistiu ao mandado e chegou a acionar a Polícia Militar por invasão.
 
Mas com apoio tático, a polícia entrou e prendeu o acusado, que já está no DHPP. A polícia investiga se os acusados agiam em rede. Elizabete diz que celulares foram apreendidos e que há casos de compartilhamento de imagens e vídeos para outros Estados. “A sociedade está acordando para um crime que acontece dentro de casa envolvendo pornografia infantil, crianças sendo abusadas. Não é permissivo nem tolerável que isso aconteça.
 
Os senhores não têm ideia de quantas pessoas acessam esses sites. O número é verdadeiramente assustador”, afirma Elizabete. Segundo ela, não há perfil etário para a prática do crime. (Com Agência Estado)
 
 
    
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