www.horadanoticia.com.br
Aqui você lê o que acontece de fato
 
    Hora da Notícia (67) 9924-2726    Busca

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

   Primeira Página
   Notícias
      › Brasil
      › Alcinópolis
      › Camapuã
      › Chapadão do Sul
      › Costa Rica
      › Figueirão
      › Paraíso das Águas
   Guia de Negócios
   Agenda de Eventos
   Colunistas
   Galeria de Fotos
   Aniversariantes
   Notas Breves
   Charges
   Entrevistas
   Quem Somos
   Expediente
   Anuncie Aqui!
   Fale Conosco
  Informativo
  Cotações
Notícias
Busca 
Polícia
26/05/2018 - 13:19
Alvo do Gaeco, oficial teve preventiva decretada após ameaçar promotora
CGrandenews
O tenente-coronel Admilson Cristaldo Barbosa, alvo da investigação sobre corrupção policial na "Máfia do Cigarro", teve a prisão preventiva decretada após ameaça à coordenadora do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), promotora Cristiane Mourão. Inicialmente, a prisão do oficial na operação Oiketicus, cuja primeira fase foi em 16 de maio, era na modalidade temporária.
 
Em ofício ao TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), o juiz da Auditoria Militar, Alexandre Antunes da Silva, informa que o o MP/MS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), com base em novos elementos, requereu a prisão preventiva em 18 de maio, que foi deferida.
 
O documento informa que o oficial tentou intimidar membro membro do MinistérioPúblico e transcreve o texto.
 
Alvo do Gaeco, oficial teve preventiva decretada após ameaçar promotora
“Importante ressaltar que, ao ser interrogado no Gaeco, o ora paciente (mesmo encontrando-se numa situação de vulnerabilidade) não titubeou em ameaçar abertamente um dos Membros do Ministério Público que estava presente no ato – demonstrando, com isso, que em liberdade não medirá esforços para agir com o animus de interferir nas investigações e na instrução processual penal – seja ameaçando testemunhas, seja destruindo outras provas”, aponta o juiz.
 
Harley, Prada e banheira – Ainda conforme o documento, o aprofundamento das investigações permitiu robustecer indícios de padrão de vida “totalmente incompatível com seus rendimentos como policial militar”.
 
Conforme o Gaeco, enquanto a quebra de sigilo fiscal mostra redução patrimonial e despesas, o tenente-coronel adquiriu Jeep Grand Cherokee por R$ 210 mil em 2016; comprou moto Harley Davidson em 2015 por R$ 35 mil e vendeu por R$ 39 mil no ano seguinte; adquiriu outra motocicleta da marca em 2016 por R$ 67.250; além de compras em loja da Prada Brasil e de uma banheira que custou R$ 28 mil entre compra e instalação.
 
No mandado de busca e apreensão na casa do oficial, foram apreendidos cheque e notas promissórias que, somados, superam R$ 800 mil. Sobre o cheque afirmou que foi pela venda do Jeep, mas, conforme a apuração, o veículo ainda estava numa revenda de Campo Grande.
 
O emissor das notas promissórias é Dênis Peixoto Ferrão Filho, servidor do TCE (Tribunal de Contas do Estado), que foi alvo da segunda etapa da Oiketicus, realizada na última quarta-feira (dia 23). As equipes foram à residência e ao escritório de Dênis, que é advogado. Segundo o Gaeco, ele é réu por crime de lavagem de dinheiro “justamente oriundo de corrupção”.
 
Admilson Cristaldo foi preso em 16 de janeiro na operação Oiketicus. (Foto: Fernando Antunes)
Relações – Outro aspecto destacado pelo juiz ao conceder a prisão preventiva foi as relações do investigado. Numa das conversas telefônicas interceptadas, ele reclamou que só recebeu a informação de que estava grampeado depois de três meses.
 
Admilson Cristaldo Barbosa comandava o 11º Batalhão de Jardim. No mês de abril, o oficial teve salário de R$ 22.851,93 e recebeu R$ 2.576,60 de “remunerações eventuais”.
 
Outro lado – A reportagem não conseguiu contato neste sábado (dia 26) com as defesas de Admilson Cristaldo Barbosa e de Dênis Peixoto Ferrão Filho. A promotora não quis se manifestar.
 
Oiketicus - Na primeira fase, realizada em 14 de maio pelo Gaeco e Corregedoria da PM (Polícia Militar), foram cumpridos 20 mandados de prisão preventiva contra policiais, sendo três oficiais, e 45 mandados de busca e apreensão. O saldo total foi de 21 prisões porque um sargento acabou preso em flagrante.
 
A ação foi em 16 localidades: Campo Grande, Dourados, Jardim, Bela Vista, Bonito, Naviraí, Maracaju, Três Lagoas, Brasilândia, Mundo Novo, Nova Andradina, Boqueirão (distrito), Japorã, Guia Lopes, Ponta Porã e Corumbá.
 
No caso de outros 12 policiais, o Gaeco buscou provas por meio de mandados de busca e apreensão. Segundo a investigação, a remuneração para os policiais variava de R$ 2 mil por mês a R$ 100 mil. Nome da operação, oiketicus é um inseto conhecido popularmente como “bicho cigarreiro”.
 
VEJA TAMBÉM
    
› Deixe sua opinião
Nome  
E-mail  
Mensagem 
 
Digite as duas palavras que você vê abaixo:
 
 
   
Crise levou chefes de família ao desalento’, diz economista
    
   
Lincoln Secco
    
   
    
Publicidade
Hora da Noticia   |   (67) 9924-2726   |   [email protected]   |   Costa Rica - MS