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Polícia
28/05/2018 - 13:43
Gaeco apreendeu R$ 36 mil, maior valor com militar que se passou por PF
Foto: Fernando Antunes
CGrandenews
 operação Oiketicus, que investiga envolvimento de policiais militares na Máfia do Cigarro, apreendeu R$ 36.886 e 77 dólares. O saldo é dos mandados de busca e apreensão cumpridos pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado) no dia 16 de maio, quando foi realizada a primeira fase da ação.
 
Do total, o maior valor foi apreendido com Alisson José Carvalho de Almeida: R$ 16.030. Ele é soldado e, conforme consulta ao Portal de Transparência do governo do Estado, teve salário de R$ 4.223 no mês de abril.
 
Conforme a decisão, que autorizou sua prisão, o policial tem histórico de envolvimento com contrabando de cigarros mediante propina, sendo denunciado e condenado por corrupção.
 
Também é citado que no ano passado e neste ano, ele abordou policial rodoviário federal na região de Maracaju, que fazia vigilância na estrada. Em veículo particular, Alisson se passou por policial militar do serviço reservado da PM (a PM 2) e depois, em outro episódio no dia 20 de março, por policial federal.
 
“Desta vez identificando-se como policial federal, abordou mais uma vez, com arma em punho e de maneira extremamente agressiva, o PRF”, informa o documento. No veículo de Alisson foram apreendidos R$ 12 mil em espécie, um rádio comunicador e um giroflex portátil.
 
À Justiça, a defesa informou que o pedido de prisão usou argumentos genéricos e sem apontar um único elemento concreto sobre a necessidade de prisão.
 
De acordo com o advogado Alberi Rafael Dehn Ramos, a liminar no pedido de habeas corpus foi negada e agora é aguardado o julgamento do mérito. Sobre o valor apreendido, a defesa disse que o policial mantinha algum dinheiro em casa e também pagaria dívidas.
 
Quanto ao episódio com o policial rodoviário federal, o advogado afirma que foi aberto inquérito para apurar o uso do rádio.
Patrimônio - Com Aparecido Cristiano Fialho, apontado pela investigação com patrimônio de quase R$ 7 milhões, foram apreendidos R$ 7 mil. Em pedido de liberdade, a defesa informa que o policial foi preso para ser investigado e que a conduta deveria ser contrária: ser investigado e, caso houvesse prova, preso.
 
O habeas corpus foi negado em 23 de maio pelo desembargador José Ale Ahmad Netto. Para o magistrado, não houve ilegalidade ou abuso de poder na prisão. Aparecido Fialho teve remuneração de R$ 5.04 no mês de abril.
 
Os mandados resultaram em outras cinco apreensões, nos valores de R$ 7 mil, R$ 3.685, R$ 1.271 e R$ 1.900. Os valores foram depositados em conta judicial.
 
Oiketicus - Na primeira fase, realizada em 14 de maio pelo Gaeco e Corregedoria da PM (Polícia Militar), foram cumpridos 20 mandados de prisão preventiva contra policiais, sendo três oficiais, e 45 mandados de busca e apreensão. O saldo total foi de 21 prisões porque um sargento acabou preso em flagrante.
 
A ação foi em 16 localidades: Campo Grande, Dourados, Jardim, Bela Vista, Bonito, Naviraí, Maracaju, Três Lagoas, Brasilândia, Mundo Novo, Nova Andradina, Boqueirão (distrito), Japorã, Guia Lopes, Ponta Porã e Corumbá.
 
No caso de outros 12 policiais, o Gaeco buscou provas por meio de mandados de busca e apreensão. Segundo a investigação, a remuneração para os policiais variava de R$ 2 mil por mês a R$ 100 mil. Nome da operação, oiketicus é um inseto conhecido popularmente como “bicho cigarreiro”.
    
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