Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

www.horadanoticia.com.br
Aqui você lê o que acontece de fato
 
    Hora da Notícia (67) 9924-2726    Busca

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

   Primeira Página
   Notícias
      › Brasil
      › Alcinópolis
      › Camapuã
      › Chapadão do Sul
      › Costa Rica
      › Figueirão
      › Paraíso das Águas
   Guia de Negócios
   Agenda de Eventos
   Colunistas
   Galeria de Fotos
   Aniversariantes
   Notas Breves
   Charges
   Entrevistas
   Quem Somos
   Expediente
   Anuncie Aqui!
   Fale Conosco
  Informativo
  Cotações
Notícias
Busca 
Política
12/07/2018 - 11:19
Odilon, Reinaldo e André podem disputar voto a voto a vaga no segundo turno
Foto: Arquivo/Campo Grande News
O Jacaré
Duas pesquisas eleitorais, divulgadas a pouco menos de três meses das eleições, mostram disputa acirrada e emocionante na sucessão estadual de Mato Grosso do Sul. Além de revelar a tolerância do eleitor sul-mato-grossense com a corrupção, os levantamentos apontam para uma disputa voto a voto por uma vaga no segundo turno entre os três principais pré-candidatos a governador: o juiz federal Odilon de Oliveira (PDT), o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e o ex-governador André Puccinelli (MDB).
 
Na primeira pesquisa realizada no Estado, o Real Time Big Data, instituto criado em março deste ano, fez o levantamento em 40 municípios a pedido da RecordTV. Na estimulada, Odilon surge em primeiro, com 24%, seguido por duplo empate entre Reinaldo e Puccinelli, com 22%. Humberto Amaducci (PT) surge com 2% e os demais possuem 1% cada – Cláudio Cavol (PSC), Suél Ferranti (PSTU) e João Alfredo (PSOL).
 
O pedetista atinge maior percentual entre os homens, com 28%, contra 20% no sexo feminino. Reinaldo é mais querido entre o sexo feminino, 23%, contra 21% entre os eleitores do sexo masculino. Puccinelli obtém 22% em ambos os sexos.
 
Por região do Estado, Odilon lidera no leste (25% a 19% de André) e no sudoeste (25% a 24% de Reinaldo) e empata na Capital (24% com Puccinelli). Reinaldo lidera no Pantanal/Norte (31% a 21%).
 
Na espontânea, o juiz federal aparece em primeiro com 10%, contra 9% de Reinaldo e 8% de Puccinelli.
 
A Real Time Big Data ouviu 1.009 eleitores em 40 cidades nos dias 3 e 4 deste mês e a margem de erro é de 3,03%.
 
O Correio do Estado também divulgou pesquisa do IPEMS nesta quinta-feira, mas restringiu o levantamento a Campo Grande. Em abril, o jornal, cujo sócio, Antônio João Hugo Rodrigues (PTC) é pré-candidato a deputado estadual na chapa de André, divulgou levantamento em 40 municípios. O desempenho do emedebista é melhor na Capital, onde foi prefeito por dois mandatos.
 
Conforme o IPEMS, que ouviu 400 eleitores na Capital, Odilon oscilou de 36,47% em abril para 30,74%, mas ainda lidera o levantamento na Capital. André subiu de 27,24% para 29,39%. O tucano repetiu a trajetória do emedebista, passando de 21,81% para 25,77%.
 
O petista Humberto Amaducci registrou 1,47% e João Alfredo, 1,24%. O número de indecisos é de 11,39%. O IPEMS ouviu 400 eleitores de 9 a 11 deste mês e margem de erro é de 4,9%.
 
Com base nas duas pesquisas, é possível tirar algumas conclusões. A eleição será decidida no segundo turno e não há favoritos para a vaga. Neste quesito, Odilon corre o risco de queimar a língua, já que vem propagando a chance de vencer no primeiro turno.
 
Os três principais candidatos estão com chance de garantir a vaga. André conta a seu favor a máquina do MDB, recursos financeiros e a experiência como governante. Reinaldo tem estrutura do PSDB e a máquina estadual. Sem estrutura e máquina, Odilon tem a sua história como magistrado para chegar ao segundo turno.
 
Por enquanto, as denúncias de corrupção não pesaram na opinião de quase metade do eleitorado. É antigo e secular na cultura brasileira, de que o combate a corrupção nunca foi prioridade da população, que passa três anos se queixando da roubalheira, mas, no último minuto, acaba dando aval para a manutenção do mau costume. É a manutenção do ditado: “rouba, mas faz”.
 
O mais simbólico para explicar o momento é o silêncio da população com o presidente Michel Temer (MDB), acusado de toda sorte de crime sem enfrentar um único protesto da dita população cidadã.
 
No entanto, como analisa o governador do Estado, a campanha de fato começa com o fim da Copa do Mundo. Ou melhor, já começou com a eliminação do Brasil na sexta-feira passada.
 
Big  Data testa potencial de votos e confrontos no segundo turno
O Real Time Big Data, da TV Record MS, fez sondagem do potencial eleitoral dos candidates e simulações de segundo turno. Odilon venceria o embate, mas o confronto com Azambuja está mais para empate técnico. O tucano ganharia do ex-governador.
 
De acordo com o instituto, o potencial de votos do juiz federal é de 52%, enquanto a rejeição ficaria em 40%. O pedetista ainda é desconhecido por 15% dos eleitoresl.
 
Reinaldo teria potencial levemente maior, de 53%, mas 44% não votariam nele de jeito nenhum. A taxa de desconhecimento é de 9%.
 
O potencial eleitoral de André é de 41%. No entanto, a rejeição do emedebista é a mais alta: 54% não votariam de jeito nenhum no ex-governador. É o mais conhecido do eleitorado, 94% o conhecem.
 
Nas simulações de segundo turno, Odilon vence André com ampla vantagem, 42% a 33%, enquanto 17% não votariam em nenhum dos dois.
 
No confronto com Reinaldo, o pedetista teria pequena vantagem, de 38% a 36%, enquanto 14% anulariam o voto. Os números indicam empate técnico, já que a margem de erro é de 3,03%.
 
No eventual confronto de ex-aliados, Reinaldo venceria por 38% a 32%. Nesta hipótese, o eleitor se sentiria mais desgosto com a falta de opção e o percentual de votos em branco/nulo poderia chegar a 23%.
    
› Deixe sua opinião
Nome  
E-mail  
Mensagem 
 
Digite as duas palavras que você vê abaixo:
 
 
   
Crise levou chefes de família ao desalento’, diz economista
    
   
Lincoln Secco
    
   
    
Publicidade
Hora da Noticia   |   (67) 9924-2726   |   [email protected]   |   Costa Rica - MS