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Política
07/08/2018 - 07:01
Com duas vagas em jogo, 11 candidatos querem representar MS no Senado
Foto: Reprodução
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Com o fim do período de convenções, Mato Grosso do Sul passa a contar, nesta segunda-feira (6), com nove candidatos ao Senado Federal. Somente a chapa do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), composta por 14 partidos, terá quatro pré-candidatos ao Senado. 
 
A majoritária do ninho tucano, que tem PSDB, DEM e PTB, lança dois pré-candidatos: o ex-secretário de Obras, Marcelo Miglioli, pelo PSDB, e o ex-prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PTB). Nelsinho, como é conhecido, indicou dois representantes do DEM para suplentes: o empresário José Chagas e a professora Terezinha Bazé de Lima. 
 
Durante a convenção realizada no último sábado (4), no palanque ao lado de Reinaldo e Miglioli, Nelsinho chegou a pedir para que os correligionários votassem primeiro em Miglioli e depois nele. "Nessa eleição pode votar em dois", justificou. 
 
Ainda dentro do núcleo tucano, outro dois nomes aparecem na fila. O PSL, liderado pelo presidenciável Jair Bolsonaro, indicou para o Senado a advogada e empresária Soraya Thronicke. Ela é sócia do escritório de advocacia Cabral Gomes & Thronicke. Formada em Direito, fez MBA na Fundação Getúlio Vargas, e tem curso na Escola de Governo da Universidade de Harvard J F. Kennedy, nos Estados Unidos. 
 
Outro nome que surge dentro do ninho tucano é o do ex-superintendente do Ibama, Dorival Betini, do PMB. Betini foi assessor da Casa Civil no governo de Reinaldo Azambuja até julho de 2016, quando foi nomeado delegado titular da Delegacia Federal da Agricultura Familiar. Dorival é bacharel em Direito e trabalhou como assessor parlamentar do ex-deputado Londres Machado (PSD).  
 
PDT
 
Na mesma linha dos tucanos, o pedetistas também apresentaram dois pré-candidatos ao Senado. O senador Pedro Chaves (PRB), que oficializou apoio ao juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT), vai tentar a reeleição. Ele assumiu em 2016 na vaga deixada pelo ex-senador Delcídio do Amaral, que teve o mandato cassado. 
 
Outro indicado é o advogado Humberto Figueiró, o Betinho Figueiró, pelo Podemos. Conhecido na cidade, Betinho agora é o nome da sigla para o páreo. Ele terá Omar Al Kadri como primeiro suplente, e Paulo Zirondi como segundo.
 
PV
 
Em uma aliança com o Partido Verde, o PCdoB indicou para o Senado Mario César Fonseca. Ele foi candidato a deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2014, mas não foi eleito. 
 
Fonseca ainda viveu um episódio curioso, ao ser notificado pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) após ser confundido com o ex-presidente da Câmara Municipal, Mario César, em ação judicial. 
 
MDB
 
Terminando um mandato de oito anos, Waldemir Moka (MDB) será o único a disputar a vaga ao Senado pelo partido de André Puccinelli. Moka tenta retornar ao Senado Federal com o ex-prefeito de Sonora Zelir Antônio Maggioni (MDB) de suplente. 
 
Ex-governador José Orcírio Miranda dos Santos, Zeca do PT, é o candidato do partido dos trabalhadores. Ele foi considerado inelegível por decisão do desembargador Sérgio Fernandes Martins, mas mesmo assim manteve a pré-candidatura.
 
PSOL e PPL
 
O PSOL indicou o indígena Anísio Guató. Em Mato Grosso do Sul, o PPL não terá candidato ao Governo do Estado, mas indicou o ex-subsecretário estadual de Juventude, Thiago Freitas, ao Senado.
 
Conforme o calendário do Superior Tribunal Eleitoral (STE), os partidos e coligações devem registrar na Justiça Eleitoral os candidatos escolhidos em convenção até às 19 horas do dia 15 de agosto.
    
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