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Polícia
08/08/2018 - 11:40
Mochi vai ao Gaeco pedir informações e diz que ação se restringe a servidor
CGrandenews
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado Junior Mochi (MDB), foi ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), na manhã desta quarta-feira (dia 8), para saber sobre a ida do grupo à casa de leis pela Operação Grãos de Ouro, deflagrada hoje.
 
Servidor do Legislativo estadual, Marcos Antônio Silva de Souza, conhecido como Marcão, é um dos alvos da ação, que também está em São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso.
 
Mochi afirma que estava em Nova Alvorada do Sul (distante 120 km de Campo Grande) e, assim que soube da operação, foi direto ao Gaeco, na Capital. Ele reforçou que, conforme explicações repassadas a ele, trata-se de uma investigação sobre sonegação fiscal de empresas e pessoas.
 
Dentro da apuração, afirma, Marcão foi citado em uma conversa. Sem detalhar, acrescentou que a citação levou o Gaeco a ir até a residência do servidor e também na Assembleia.
 
“A investigação não tem relação aos deputados estaduais, nem a Assembleia Legislativa. É sobre servidor efetivo lotado em gabinete e que, no início, era assessor do Ary Rigo [ex-deputado estadual]”.
 
Operação – A ação de hoje – que segue em andamento – mirou, entre outros alvos, o servidor Marcos Antônio está lotado no gabinete do deputado Paulo Corrêa (PSDB). O advogado e irmão do parlamentar, Renato Corrêa, havia afirmado mais cedo e também garantido de que a investigação nada tem a ver com a atuação de Paulo.
 
Dos 32 mandados de prisão, 13 são contra pessoas investigadas por praticar sonegação de imposto. O Gaeco deflagrou na manhã desta quarta-feira (8) a Operação Grãos de Ouro, que mira os integrantes do esquema envolvendo a produção de grãos, principalmente a soja, em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.
    
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