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Polícia
09/11/2018 - 06:13
PF prende Joesley, vice-governador de MG e deputado
Foto: Reprodução
Ultima Hora
Os executivos da JBS Joesley Batista e Demilton de Castro, o vice-governador de MG, Antonio Andrade (MDB) e o deputado João Magalhães (MDB-MG) foram presos pela Polícia Federal, nesta sexta-feira (9), em operação que investiga um suposto esquema de corrupção no Ministério da Agricultura durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
 
Segundo o 'G1', a PF também cumpre 63 mandados de busca e apreensão e 19 de prisão temporária, expedidos no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, cumpridos no Distrito Federal e em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e Mato Grosso.
 
A operação Capitu é um desdobramento da Lava Jato baseada na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB.
 
Os investigadores verificaram que a existência de um esquema de arrecadação de propina no Ministério da Agricultura para beneficiar políticos do MDB, que recebiam dinheiro da JBS, que pertence aos irmãos Joesley e Wesley Batista, em troca de medidas para beneficiar as empresas do grupo.
Antonio Andrade, vice-governador de Minas e ex-ministro da Agricultura
 
LISTA DE PRESOS
 
Antonio Andrade, vice-governador de Minas e ex-ministro da Agricultura
Joesley Batista, dono da JBS
Ricardo Saud, executivo da JBS
Demilton de Castro, executivo da JBS
João Magalhães, deputado estadual pelo MDB de MG
Neri Geller, deutado eleito pelo PP de MT
 
Joesley havia sido preso em setembro do ano passado após a Procuradoria Geral da República (PGR) rescindir o acordo de delação premiada firmado com o executivo por suposta omissão de informações nos depoimentos.
 
Três dias depois, a Justiça expediu novo mandado de prisão contra Joesley, pela prática de "insider trading", que consiste em usar informações privilegiadas para lucrar no mercado financeiro, em outra investigação. Ele deixou a prisão em março deste ano.
 
Joesley havia sido preso em setembro do ano passado após a Procuradoria Geral da República (PGR) rescindir o acordo de delação premiada firmado com o executivo por suposta omissão de informações nos depoimentos.
 
Três dias depois, a Justiça expediu novo mandado de prisão contra Joesley, pela prática de "insider trading", que consiste em usar informações privilegiadas para lucrar no mercado financeiro, em outra investigação. Ele deixou a prisão em março deste ano.

 

    
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