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02/12/2019 - 11:11
Sem salários, funcionários de empresa de ônibus decidem paralisar atividades
Foto: Reprodução
Campo Grande News
Com salários e vale-alimentação atrasados, funcionários da Viação São Luiz, empresa de transporte rodoviário, paralisaram as atividades desde as 5h desta segunda-feira (2), em Campo Grande. O problema foi repassado à reportagem por trabalhadores que pediram para não ter os nomes divulgados. Eles informam que a negociação começou no mês passado. A empresa prometeu pagar no último sábado (30), mas não cumpriu. 
 
Os salários de funcionários da Capital estão atrasados há 4 meses, enquanto o vale-alimentação não é pago há 11 meses. O benefício é de R$ 540 para motoristas. "Estamos em negociação desde o mês passado. A empresa prometeu pagar no dia 30, mas não conseguiu cumprir o combinado. Hoje decidimos paralisar as atividades. Não vamos sair da garagem para trabalhar", afirmou. 
 
A garagem da empresa fica na Avenida Gunter Hans, no Bairro São Jorge da Lagoa. Conforme o presidente do sindicato da categoria na Capital, Samir José da Silva, faz dias que o sindicato vem fazendo assembleia na garagem. A empresa já está negociando junto ao banco o valor que precisa para quitar o que deve aos funcionários, mas por ser um valor alto (R$ 6,5 milhões) ainda não foi liberado", explicou.
 
Segundo Samir, por enquanto está tudo parado, nenhum ônibus saiu. "Os motoristas que estão em trânsito vão terminar o expediente e ir para a garagem também. Um representante da empresa já veio aqui conversar com a gente e pediu mais prazo, até sexta-feira (6), mas os trabalhadores não aceitaram. "Não dá mais. Tem gente que está com a luz, a água cortada", lamentou. 
 
Foi confirmado atraso salarial para cerca de 200 trabalhadores (motoristas e trabalhadores nas áreas de manutenção, limpeza e cargas) em Mato Grosso do Sul. Samir explicou que os funcionários de Três Lagoas, estão numa situação pior, com 8 salários e 29 tickets atrasados. O Campo Grande News tentou falar com um representante da empresa São Luiz pelo telefone disponível na internet, mas não conseguiu contato. 
 
    
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Suzana Garcia, advogada/Notícia ao Minuto
    
   
    
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