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Esporte
10/01/2020 - 08:53
Brasil perde para a Itália em jogo de reencontro do tetra
Foto: Reprodução
Terra
Tal ansiedade estava evidente também no rosto de gente bem mais nova. Caso do garoto Enzo Gabriel Brito, de apenas 10 anos. Apaixonado por futebol e fã de Bebeto, ele insistiu para que o pai, o vendedor Raimundo Ferreira de Brito, 51 anos, que foi contemporâneo da Copa de 1994, mas não demonstrava grande entusiasmo pelo evento desta quinta-feira, fosse ao estádio. "Não acompanho muito futebol, não, lembro praticamente de nada daquela Copa do Mundo. A única coisa que lembro é do Romário. Eu nem sabia deste jogo, quem me trouxe foi meu filho, que respira futebol 24 horas por dia", contou ele.
 
Já o fisioterapeuta Darlyson de Alencar, 26 anos, e a namorada, Bianca Pereira, estudante de 26, vestiam a camisa da seleção italiana e levavam uma bandeira daquele país. Alencar se disse torcedor da seleção europeia desde a semifinal da Copa de 2006, quando a equipe fez um jogo épico contra a Alemanha e chegou à final. A paixão aumentou quando ele morou na Itália na primeira metade desta década e teve a oportunidade de ver um jogo da equipe "in loco".
 
Testemunha do Mundial dos Estados Unidos apenas por DVD, o fisioterapeuta disse acreditar que o fato de o estádio cearense estar lotado (18.726 torcedores para uma renda de R$ 226.261) nesta quinta-feira se deveu ao carisma da seleção brasileira de 1994. "Aquele time era muito mais emblemático que o de 2002, por exemplo, que também foi campeão", opinou.
 
Em campo, o esforço muito maior era da bola, é claro, que corria muito mais do que os veteranos. Escalada inicialmente por Carlos Alberto Parreira com 11 jogadores que participaram daquele torneio (Taffarel; Jorginho, Aldair, Márcio Santos e Cafu; Mauro Silva, Mazinho, Paulo Sérgio e Zinho; Bebeto e Romário), dez deles na decisão (apenas Paulo Sérgio não atuou), disputada em 17 de julho de 1994, a equipe só teve as ausências de Dunga - não foi a Fortaleza devido a compromissos pessoais - e Branco - participou da festa, mas acabou não jogando. Aos poucos, nomes como Careca, Mauro Galvão e Palhinha, que fizeram parte de outras seleções, também tiveram sua vez.
 
Do outro lado,desfilavam, com a camisa azul, nomes como Mussi, Costacurta, Baresi, Albertini, Massaro, Berti, Evani, Casiraghi, Benarrivo, Panucci, Apolloni e Zola, comandados por Arrigo Sacchi. No fim, o velho campo que já recebera gênios como Pelé e Garrincha antes da Era Castelão encheu-se de contentamento por fazer as vezes de "Rose Bowl" cearense por um dia.
    
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Suzana Garcia, advogada/Notícia ao Minuto
    
   
    
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