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Política
01/08/2020 - 16:26
Presidente da Fiocruz sobre parceria com Oxford sobre vacina
Foto: Reprodução
CBN
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o laboratório britânico AstraZeneca assinaram na sexta-feira (31) um acordo para a transferência de tecnologia e produção de 100 milhões de doses da vacina contra a Covid-19. Presidente da instituição, Nísia Trindade afirmou que a vacina segue para a fase final de testes após apresentar excelentes resultados nas etapas anteriores. O medicamento é desenvolvido pela empresa do Reino Unido em conjunto com a Universidade de Oxford.
 
"Vai ser muito importante garantir esse acesso à nossa população de uma vacina que já foi considerada pela Organização Mundial de Saúde como a de estágio mais avançado no mundo", disse Nísia em entrevista à CNN neste sábado (1º).
 
A presidente da instituição explicou que a transferência de tecnologia para Bio-Manguinhos, laboratório da Fiocruz, garantirá a produção total da imunização no país. "Além de dar acesso à população nesse momento tão crítico, nós estaremos garantindo a autonomia do nosso país frente à vacina, não estaremos dependentes de exportação. Isso é um fato inédito", informou Nísia.
 
O Ministério da Saúde prevê um investimento de R$ 522 milhões na estrutura de Bio-Manguinhos. "Bio-Manguinhos está fazendo poucas adaptações para concluir a primeira fase, que é a produção dessas 100 milhões de doses [da vacina]. O acordo como um todo está na ordem de R$ 1,9 bilhão", disse a presidente da Fiocruz. 
 
Nísia disse que é esperado que a produção da vacina em território nacional se inicie no final de 2020. "Durante os meses de dezembro e janeiro receberemos insumos farmacêuticos ativos da AstraZeneca e estaremos finalizando este processo de formulação, produção e envase já na Fiocruz. A partir de julho de 2021, nós temos com muita clareza essa incorporação da tecnologia e esse marco para que possamos produzir a vacina em todo o seu proceso."
 
Luiz Raatz
    
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