www.horadanoticia.com.br
Aqui você lê o que acontece de fato
 
    Hora da Notícia (67) 9924-2726    Busca
   Primeira Página
   Notícias
      › Brasil
      › Alcinópolis
      › Camapuã
      › Chapadão do Sul
      › Costa Rica
      › Figueirão
      › Paraíso das Águas
   Guia de Negócios
   Agenda de Eventos
   Colunistas
   Galeria de Fotos
   Aniversariantes
   Notas Breves
   Charges
   Entrevistas
   Quem Somos
   Expediente
   Anuncie Aqui!
   Fale Conosco
  Informativo
  Cotações
Notícias
Busca 
Saúde
18/01/2021 - 08:18
Doria vence guerra da vacina, critica Bolsonaro e fatura com CoronaVac
Foto: Reprodução
Poder 360
Em evento organizado e preparado para maximizar o momento, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), aplicou grande derrota política ao presidente Jair Bolsonaro ao mostrar para o Brasil inteiro, ao vivo, a primeira pessoa a receber uma dose da CoronaVac, imunizante desenvolvido pela farmacêutica chinesa Sinovac.
 
O governador disse que este domingo (17.jan.2021) é o “Dia V”, da vacina e da vida, “daqueles que valorizam e trabalham pela vida”. A declaração foi feita minutos depois de a 1º brasileira ser vacinada, no Hospital das Clínicas, em São Paulo, com a CoronaVac.
 
Depois de demonstrar emoção ao cumprimentar Mônica Calazans, 54 —a enfermeira, negra e moradora de Itaquera que foi vacinada—, Doria fez um discurso duro e recheado de críticas Bolsonaro, mas sem nunca pronunciar o nome do seu maior adversário político no. momento. O tucano deu um passo relevante na sua possível campanha a presidente da República, em 2022.
 
“O triunfo da ciência, o triunfo da vida, contra os negacionistas, contra aqueles que preferem o cheiro da morte ao invés do valor e da alegria da vida”, disse Doria. “Hoje foi uma vitória importante, a vitória da vida. Que sirva de lição para os negacionistas, para os que não têm amor no coração, para os que desprezam a vida, que se distanciam de um país que sofre com a morte”, afirmou. “É a vitória da vacina, da democracia, que sirva de lição para quem flerta com a morte.”
 
O governador disse esperar que o Ministério da Saúde aja de forma objetiva para fazer com que a vacina do Butantan “chegue o mais rápido possível ao braço dos brasileiros”. Doria pediu, ainda, que o Ministério da Saúde deixe de recomendar o uso da cloroquina.
 
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou neste domingo (17.jan) o uso emergencial, em caráter experimental, da CoronaVac, vacina desenvolvida pela biofarmacêutica chinesa Sinovac e distribuída no Brasil pelo Instituto Butantan, e do imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca. Essa foi a última etapa para disponibilizar os imunizantes contra a covid-19 para toda a população brasileira.
 
Os 5 diretores analisaram e aprovaram pareceres elaborados por três equipes da agência, formadas, ao todo, por 50 pessoas: a 1ª é a de registro de medicamentos; a 2ª, certificação de boas práticas de fabricação; e, por último, a  de farmacovigilância de medicamentos. As 3 áreas recomendaram a liberação. Os 5 diretores, na sequência, votaram unanimemente pela aprovação.
 
A LARGADA
 
Desde o início do processo de submissão de dados à Anvisa, um imbróglio se instalou entre o governo federal e o governo de São Paulo. Aposta de Bolsonaro, o transporte do imunizante da AstraZeneca travou na última etapa.
 
Isso porque o governo federal anunciou que um avião da companhia Azul buscaria 2 milhões de doses na Índia, mas problemas logísticos atrapalharam o plano. Agora, com a aprovação da CoronaVac, o imunizante chinês deverá ser o 1ª distribuído no Brasil.
 
A adesão do governo Bolsonaro à vacina chinesa não foi unânime desde o início. No fim de outubro, o Ministério da Saúde chegou a anunciar que compraria 46 milhões de doses da CoronaVac. O protocolo de intenções que estabelece as condições da compra foi assinado pelo ministro Eduardo Pazuello. Um dia depois, Bolsonaro afirmou que cancelou o acordo.
 
Agora, o governo federal voltou a considerar o imunizante chinês e o incluiu no plano de vacinação.
 
A um grupo de mais de 100 prefeitos na 5ª feira (14.jan) o ministro Pazuello afirmou que o pontapé estava previsto para 20 de janeiro, a partir das 10h. Porém, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), acompanhou do Hospital das Clínicas do Estado a reunião da Anvisa que decidiu sobre a aprovação do uso emergencial da CoronaVac e saiu na frente.
 
1ª INDÍGENA
 
Além de Mônica Calazans, outros profissionais da saúde foram vacinados neste domingo, no Hospital das Clínicas. Vanusa Kaimbé, de 50 anos, foi a 1ª indígena do Brasil imunizada cotra a covid-19. Moradora da aldeia multiética Filhos dessa Terra, localizada no bairro Cabuçu Guarulhos, é técnica de enfermagem e assistente social. Preside o Conselho do Povo Kaimbé do Estado de São Paulo.
 
Vanusa teve covid-19 e sentiu sintomas severos. Solteira, com um filho de 24 anos, disse que teve dor no corpo, tosse, falta de ar, ausência de olfato e paladar que persistem até hoje.
    
› Deixe sua opinião
Nome  
E-mail  
Mensagem 
 
Digite as duas palavras que você vê abaixo:
 
 
   
A primeiro de janeiro de 2021 tomam posse prefeitos e vereadores
    
   
Cientistas descobrem caminho para tratar a depress
    
   
    
Publicidade
Hora da Noticia   |   (67) 9924-2726   |   [email protected]   |   Costa Rica - MS