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Política
09/06/2021 - 07:43
Auditor que fez relatório falso usado por Bolsonaro será afastado do TCU
Foto: Sérgio Lima/Poder360
O TCU (Tribunal de Contas da União) irá afastar o auditor Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques de suas funções. Ele foi o autor de documento com dados falsos sobre as mortes por covid-19 utilizado pelo presidente Jair Bolsonaro para defender a tese de que existe supernotificação de óbitos pela doença no Brasil.
 
Segundo apurou o Poder360, o afastamento do cargo efetivo de auditor deve ser realizado ainda nesta 4ª feira (9.jun.2021). Marques já foi afastado de da equipe de fiscalização da covid-19 do tribunal.
 
O relatório preliminar da corregedoria, que deve ser enviado à Presidente do TCU ministra Ana Arraes, indica que Marques foi indicado para uma diretoria do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) em 2020. O TCU barrou a indicação por conflitos de interesse com o trabalho do tribunal.
 
Bolsonaro divulgou o dados falsos do relatório na 2ª feira (7.jun), ele citou as informações para minimizar o impacto da pandemia. “O relatório final não é conclusivo, mas em torno de 50% dos óbitos de 2020 por covid não foram por covid, segundo o Tribunal de Contas da União”, disse o presidente.
 
O TCU emitiu nota no mesmo dia dizendo que nenhum relatório do Tribunal falava que o número de mortes pela covid era menor que o registrado.
 
Segundo a investigação da corregedoria, o documento com dados falsos não foi inserido no sistema processual do tribunal. O relatório foi compartilhado por Marques na plataforma de trabalho online dos auditores para avaliação de seus colegas. O relatório teria sido rejeitado.
 
As investigações ainda estão sendo realizadas. Como mostrou o Poder360 na 3ª feira (8.jun), o TCU afirma que o relatório não teve chancela oficial. O ministro Bruno Dantas afirmou que os fatos apurados são graves e precisam ser mais investigados.
 
“É cedo para extrair conclusões, mas se ficar comprovado que o auditor utilizou o cargo para induzir uma linha de fiscalização orientada por convicções políticas, isso será punido exemplarmente”, disse o ministro em nota.
 
Fonte: Terra
    
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