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Polícia
28/05/2024 - 08:53
Impasse sobre transferência manteve Ronnie Lessa preso em Campo Grande
Preso desde 2019 acusado de ser o autor dos disparos que mataram a vereadora do Rio de Janeiro Marielle Frnaco e o motorista dela, Anderson Gomes, Ronnie Lessa, que está no Presídio Federal de Campo Grande em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) desde que chegou, tentou deixar o sistema federal por meio de uma delação premiada. Porém, impasse na transferência dele deve fazer com que ele passe mais tempo em Mato Grosso do Sul.
 
Em março deste ano o Supremo Tribunal Federal (STF) homologou a delação de Ronnie sobre o assassinato da vereadora e confessou ter atirado nela e no motorista no dia 14 de março de 2018, na região central do Rio de Janeiro.
 
Para contar os detalhes, porém, e ex-policial militar carioca queria ser retirado do sistema prisional federal e, principalmente, ficar em uma penitenciária que fosse próxima de sua família, que mora no Rio de Janeiro.
 
O pedido foi aceito, entretanto, de acordo com matéria do Fantástico, da TV Globo, a Procuradora-Geral da República (PGR) não teria conseguido uma vaga para ele no sistema prisional estadual de São Paulo.
 
Sem a transferência de Campo Grande, os novos advogados de Lessa - os juristas que o acompanhavam desde 2019, quando foi preso, saíram do caso após a delação - pediram ao STF a rescisão da delação, já que o pedido do réu não foi acatado até agora.
 
Porém, ainda segundo o Fantástico, a PGR pedirá ao Supremo para não acatar e manter a delação.
 
DELAÇÃO
 
Com as informações passadas por Lessa à Polícia Federal, a PGR acredita ter chegado aos mandantes da morte de Marielle.
 
Dias após a homologação da delação, foram presos o deputado federal Chiquinho Brazão, seu irmão Domingos Brazão que é conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e o delegado Rivaldo Barbosa.
 
Segundo denúncia da Procuradoria-Geral da República, que se baseou nas informações passadas por Lessa, os irmãos Brazão seriam os mandantes do crime e Rivaldo seria o mentor intelectual do crime.
 
Na delação, Lessa afirmou que o mandante do assassinato buscava a regularização de um condomínio na região de Jacarepaguá sem respeitar o critério de área de interesse social. O objetivo seria obter o título de propriedade para especulação imobiliária.
 
Segundo Lessa, as atividades criminosas no loteamento irregular poderiam render, além dos lucros, dividendos políticos. E Marielle, por ser uma parlamentar atuante na região, seria “pedra no caminho” desses negócios.
 
“A Marielle foi colocada como uma pedra no caminho. Ela teria convocado algumas reuniões com várias lideranças comunitárias justamente para falar sobre esse assunto, para que não houvesse adesão a novos loteamentos da milícia”, afirmou Lessa na delação, conforme trecho mostrado em matéria do Fantástico. 
 
“Então, foi isso que o Domingos (Brazão) passou para a gente, assim, de uma forma rápida: ‘A Marielle vai atrapalhar e nós vamos seguir isso aí, para isso ela tem que sair do caminho’”, completou o ex-PM.
 
Durante sua conversa com os agentes públicos, Lessa disse ainda que o pagamento oferecido pelos irmãos Brazão a ele e ao ex-PM Edimilson de Oliveira, conhecido como Macalé, seria um loteamento clandestino na Zona Oeste do Rio, avaliado em US$ 20 milhões.
 
“Era muito dinheiro envolvido. Eu não fui contratado para matar a Marielle como um assassino de aluguei. Não, eu fui chamada para uma sociedade”, contou Lessa.
 
SAIBA
 
Em abril deste ano, após falha de comunicação entre a justiça federal de Mato Grosso do Sul e o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, ficou decidido que Ronnie Lessa ficará por mais um ano preso no Presídio Federal de Campo Grande. A permanência dele em Mato Grosso do Sul foi solicitada pela Justiça do Rio de Janeiro.
 
O CORREIO DO ESTADO
    
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